domingo, 21 de julho de 2013

Estado de Espírito


Em tantos anos de benfiquismo não me lembro de uma pré-época como esta. Sinto-me desiludido com o que se passou o ano passado e com as consequências que isso trouxe para o plantel e sua definição – nenhumas… O Jorge Jesus ainda lá continua com os mesmos ou mais poderes, fazendo o que quer, contratando estrangeiros e dispensando portugueses… Não vale a pena ter equipa B quando os jovens não são aproveitados.


Miguel Rosa? Miguel Vitor? Roderick? Se os dois primeiros deveriam ter tido oportunidades, já o terceiro seria posto a andar. Não tem estofo nem qualidade para jogar no Benfica. Mas ainda por lá continua! E como ele existem muitos, demais até! Michel e Djaló são dois bons exemplos.

Num jogo que daria acesso à final da Taça de Honra da Associação de Futebol de Lisboa não soube ser suficientemente competente para exigir a vitória dos seus jogadores. Não os soube preparar psicologicamente para o desafio e o resultado foi o que se viu. Uma equipa sem chama, sem vontade contra uma equipa aguerrida e com mais vontade de vencer!

Seja em que modalidade for, eu não gosto nada de empatar, quanto mais perder! Mas sei que esses dois resultados são possíveis de acontecer, mas pelo menos que não aconteçam porque a nossa equipa quis menos ganhar do que o adversário. Isso é que eu não admito!

 Quanto ao Cardozo ninguém sabe para onde vai… Este processo também mostra a desorganização ou o deixa andar que existe no clube. Já estamos na segunda metade de Julho e o avançado ainda anda por cá. Logo no dia a seguir ao jogo fatídico a direcção deveria ter instaurado um processo disciplinar ao jogador, deveria ter juntado o treinador e o Cardozo, deveriam ter tratado melhor do caso. Como tudo se tem passado não é prestigiante nem para uma parte nem para a outra. Acho que um jogador como o Cardozo deveria ter tido outro tipo de tratamento de quem anda sempre a dizer para termos memória…

E assim vai começar mais uma época. Sem entusiasmo, sem confiança… Numa altura destas a equipa é que tem de puxar por nós. E eu não sinto nada disso! Pelo menos para já.

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