A minha idéia de aposta na formação é ter no plantel
alguns jovens de valor misturados com bastantes jogadores talentosos e
experientes, podendo ser utilizados em jogos de menor grau de dificuldade ou
entrando quando os jogos estiverem resolvidos. Só o facto de estarem a treinar
com os melhores dá-lhes outra vivência. E esses melhores e mais velhos poderão
ser ex-jovens da formação, mas isso só daqui a uns anos.
Também temos de ter atenção ao aspeto psicológico, como é
a reação aos assobios, a fases menos positivas, a falhanços dentro de campo.
Poderão ter tendência a esconder-se do jogo, enquanto que outros procuram ir
atrás da bola. O Gonçalo Guedes, por exemplo, parece-me ser destes últimos.
Resumindo, formação sim mas de forma inteligente.
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